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MONTAGEM
I - Procedimentos
As lentes chegam ao setor de montagem vindas:

• Diretamente do estoque (em se tratando de lentes prontas).
• Da surfaçagem.
• Do laboratório de AR.
1º Passo – Conferência:
Toda lente passa pelo lensómetro ao chegar no setor de montagem, onde são conferida as dioptrias esféricas e cilíndricas, os graus, quando houver, e a adição, nos casos dos bifocais e multifocais.

2º Passo – Marcação:
Considerando os dados do usuário (DNP) e os dados da armação (ponte, altura vertical e horizontal, mais a marcação feita na lente de apresentação) é colocada a marcação do centro óptico e da horizontalidade (definição do eixo de montagem).


3º Passo – Blocagem:

Para fazer a blocagem o modelo da armação é copiado com perfeição em um de nossos leitores (Essilor Gama, Essilor Kappa, National Optronics), ou, em se tratando das óticas que possuem o Leitor Modelo PHI ou TESS, a leitura (enviada via web pelo sistema Opticlick) é chamada através do número do pedido, e já com os dados da armação carregados no sistema, as lentes são fixadas em um suporte de plástico, chamado de "ventosa", com exatidão milimétrica.


4º Passo – Corte das Lentes:
Como a blocagem é feita usando cera quente, é necessário aguardar um período para que haja um esfriamento dessa cera, o que atrasa o período de tempo do processo.

Para evitar esse atraso a lente blocada é depositada, com o porta-bloco voltado para baixo, sobre uma superfície de metal resfriada, onde o tempo de espera é reduzido de 40 para 5 minutos aproximadamente.

5º Passo – Encaixe das Lentes:
Dependendo do tipo de armação, encaixar as lentes é bem simples, mas considerando os diferentes materiais, curvaturas e tipos de armações, nem sempre é tão simples assim. No caso das armações Ball Grif (Três Peças) são providenciados os furos e, ser for armação com alta curvatura sempre restam alguns detalhes finais. Nos casos de altas dioptrias, algumas armações trazem grandes dificuldades, outras são inapropriadas, gerando assim grandes dificuldades e até impossibilidades de montagem.

6º Passo – Conferência:
Depois de montadas as lentes, o óculos pronto passa por uma conferência de medidas e reajuste da armação, seguindo para o controle final e limpeza.

II - Recomendações

1 – As Medidas
Tirar as medidas na lente de apresentação, depois de adaptar a armação ao usuário, é a melhor maneira de garantir que as lentes serão montadas de maneira correta. Na ausência da armação, como é o caso dos modelos enviados pelo Opticlick ou fax, a DNP, a altura e a medida da ponte garantem que a lente seja surfaçada e/ou cortada com exatidão. Essas medidas, em qualquer tipo de lente ou armação, é condição básica para garantir a qualidade da surfaçagem e montagem das lentes.

2– A Escolha da Armação
Normalmente, a armação é escolhida levando em conta vários fatores:

• Estética
• Moda
• Estilo de vida
• Usos para fins específicos
• Nível sócio econômico

Mas alguns outros fatores técnicos também precisam estar presente na hora da escolha da armação, isso evitaria muita dor de cabeça.

Vamos citar alguns:

a – A dioptria esférica e cilíndrica da receita.
Algumas armações simplesmente não foram fabricadas para lentes com altas dioptrias. Algumas sequer foram feitas para óculos com qualquer dioptria. São bonitas, com a lente de apresentação, mas é impossível adaptar uma lente com outra espessura.

b – O tipo de Ametropia.
Estamos falando do présbita, no uso do bifocal ou multifocal. A dificuldade pode ser por não ter a altura recomendada pelo fabricante da lente, ou ainda pela ausência ou impossibilidade de inclinação do ângulo pantoscópico.


3 – A Escolha das Lentes
a – O material da lente.
Algumas armações exigem que as lentes sejam de materiais específicos, como é o caso das de “Três Peças”, as com “Fio de aço”, e, ainda outras de metal, cuja estrutura é maleável e que fatalmente acabam por quebrar as lentes de resina comum..

3 – A Curva Base da Lente
Outro motivo de constantes problemas é ignorar a curva base da lente. O primeiro cuidado é com lente pronta, pois a curva base já está definida e a armação terá que se adaptar à lente, e isso pode ser uma tarefa complicada, ocasionando deformações na armação e, às vezes, até impossibilidade de montagem. O que se deve levar mais em conta é a curvatura da armação, principalmente para altas dioptrias, em especial a negativa, pois a curva base da lente negativa é mais plana. No caso de lente surfaçada negativa em alta dioptria, a troca da curva base pode gerar problema de adaptação, que deve ser estudado e discutido durante o processo de venda.

Lentes positivas: Quanto maior a dioptria do usuário, mais altas são as bases. Numa primeira análise, pode parecer que não existem grandes preocupações, já que a curvatura da lente acompanha o contorno da armação. No entanto, existem dois pontos que devem ser analisados.
Se o usuário tiver um alto grau positivo, as lentes terão espessura nasal grossa. Além de esteticamente não atenderem às expectativas do cliente, podem causar desconforto pelo peso das lentes. E como a tendência atual pede óculos panorâmicos cada vez maiores, o peso é ainda maior.

Lentes negativas: Quanto maior a dioptria, mais baixas serão as bases externas. Dependendo do grau do usuário, é necessário confeccionar lentes com curvaturas fora de padrão para garantir uma montagem segura ou então abrir as hastes da armação.
Em qualquer uma das opções escolhidas, o usuário corre sério risco de ficar insatisfeito com o serviço: primeiro pode perder qualidade visual, segundo pode ficar insatisfeito com o resultado estético em função do ajuste da armação não corresponder àquele que foi visto na loja, já que os óculos perdem sua curvatura original, chegando às vezes a ficarem deformados.


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